terça-feira, 26 de maio de 2009

III Etapa Estadual do Rio de Janeiro

Em primeiro lugar gostaria de parabenizar os atletas do Clube de Regatas Vasco da Gama pela vitória na III Etapa do Circuito Carioca de Handebol de Areia. Afinal de contas, utilizaram as armas que foram permitidas como: condução dos árbitros através de seguidas reclamações e marcação muito próxima da que é tolerada na quadra, mas frontalmente contrária aos princípios do Beach Handball. Ressalto que os atletas da prestigiosa equipe utilizaram muito bem o que foi permitido. Não cabendo nenhum senão a vitoriosa campanha.

O Rio de Janeiro, precursor do Handebol de Areia, sempre foi a minha casa e desde que a modalidade chegou ao Brasil tenho me empenhado pessoalmente no seu crescimento e desenvolvimento. Infelizmente, percebo que o desporto no Rio de Janeiro vem sofrendo com inúmeros problemas. Tentarei elencar alguns, para que os interessados possam vir à tona e criticar ou propor algo que seja relevante. Quem sabe não conseguimos uma guinada na forma como está sendo conduzido o Handebol de Areia e suas competições estaduais?

Não me aterei aos problemas da Federação. Presidência ao longo dos últimos anos. Declínio vertiginoso do Handebol. Condução da modalidade pela ótica da arbitragem. Afinal de contas a federação de um Estado tem cara dos seus clubes. Penso que devemos tentar focar o problema somente na areia. Apontar problemas e indicar soluções prováveis e possíveis.

Problemas:
1. Quem conduz o Handebol de Areia na Federação do Rio de Janeiro? Onde está esse (a) cidadão (ã) que não vemos? Não temos o prazer de conhecer. Vai à arena durante as etapas? Nas três últimas etapas em que estive presente (duas da “A” e uma da “B”), árbitros tomavam conta da competição, apitavam, organizavam tabela, montavam e desmontavam a arena. Será esse o caminho? Onde fica o relacionamento com as equipes? Quem se relaciona com os clubes? Quem faz o “departamento de relacionamento”. Oriundos de onde são provavelmente dirão que não é preciso. Aí que está o grande problema. Os mandatários acham que não devem nenhuma satisfação a ninguém. Não consigo compreender essa relação. A FHERJ promove uma competição, os clubes pagam pela participação, porém ninguém se relaciona. Não tem ninguém com quem conversar. Não me venha dizer que temos que conversar de organização com árbitros que estão apitando, fazendo mesa ou de delegado. É humanamente impossível essa relação.

2. Quem dirige os árbitros? Quem qualifica? Está presente às competições ou é onipresente? Quem diz para eles como fazer em situações que não são comuns? Nessa III etapa tivemos inúmeras situações dessa natureza. Aqui cabe registrar a humildade de alguns em reconhecer que não sabiam ou estavam em dúvidas. Mas não é possível que isso sempre aconteça. Parece a todos que o Handebol de Areia passou a ser uma pequena fonte de recursos para alguns. Árbitros despreparados fisicamente já são uma constante. Até melhorou, mas ainda encontramos árbitros gordinhos na areia, segundo orientação da IHF essa situação é inadequada. Quando imaginamos que esses árbitros mais velhos gostam de impor um número de jogos, ou seja, apitam muitos jogos, chegamos à conclusão que o problema é grave. Paralelo a esse problema vem o problema técnico. Como a competição é de mês em mês, alguns árbitros chegam totalmente despreparados. Mas a quem recorrer? Quantas vezes um técnico foi chamado para participar de uma reunião de árbitros? Não seria interessante ouvir a posição do técnico? Em reunião de técnicos (a FHERJ já promoveu alguma?), quantas vezes se chamou um árbitro para aclarar às regras? Mostrar como a IHF pede para interpretar uma situação? Não podemos partir do pressuposto que não se chama para evitar acusações mútuas em relação a situações passadas. Se Isso acontece me parece medo de discutir e de crescer. Um exemplo desse desconhecimento: um atleta virou para um árbitro e gritando disse: “você quer o quê, que eu deixe o cara passar?” Na verdade o árbitro havia punido um atleta da sua equipe por marcar como na quadra. Como esse atleta era técnico também percebi que ele não conhecia a regra, ou seja, não havia maldade na forma de marcar.

3. De todos os lados (arbitragem/atletas/dirigentes) são trazidos problemas que ficaram “pendentes” de outras competições e outras modalidades. Alguns atletas são nitidamente agressivos e ameaçadores. Alguns com agressões anteriores influenciam placares e comportamentos de árbitros frouxos e desqualificados. Alguns árbitros se utilizam da prerrogativa de punir e age da mesma forma. No domingo um cidadão que dirigia uma equipe feminina, num jogo masculino ofendeu toda equipe de arbitragem com palavras de baixo calão. Ele estava entre a quadra e o calçadão, próximo ao quiosque. Podemos perceber o prejuízo que uma ação dessas nos causa? Pois bem, no jogo seguinte estava ele lá dirigindo como se nada tivesse acontecido. Em contra partida o atleta Cyrillo, ao defender uma bola com os pés no shoot Out, foi desqualificado e ficou fora um jogo. Reflitamos: Um atleta desqualificado por uma ação não contundente é punido com suspensão de um jogo. O dirigente que ofende a arbitragem está apto ao próximo jogo? E o que falar de atletas que passam o jogo inteiro discutindo com árbitros, são desqualificados com duas exclusões por faltas contundentes durante o jogo, e no outro jogo estão aptos a jogar? O que está acontecendo? A regra é burra? O sistema é frouxo? Não temos meios de coibir os excessos? Os homens são frouxos. Não é possível entender desqualificação direta do shoot out como a mesma desqualificação direta do jogo. Faltas contundentes e outras que não são. Alguma coisa está muita errada!

4. Atletas sem camisa durante o jogo. O que diz a regra? Era para ser punido. A orientação é punição. Nada aconteceu. O pior, sempre quem tira a camisa é um atleta fora de forma com barriguinha proeminente. Além de não poder, fica feio para o espetáculo. Onde estavam os árbitros? Olhando e esperando o “atleta” tirar a camisa para colocar a outra...

5. As etapas promovidas pela FHERJ só decaem em termos de estrutura e organização. Não é possível que não se consiga patrocínio de nada para coisa nenhuma. Não tivemos chuveiro. A rede atrás era baixa. Não tem água. Não tem ninguém promovendo nada. Ninguém filma. Ninguém propõe nada. Ninguém tira dúvida. Não tem premiação por etapa. Ir à competição é apenas encontrar amigos e manter a possibilidade de se aborrecer. Não demora e os atletas voltarão a beber no quiosque.

6. Por todos os cantos se ouve a necessidade de mudanças. Alguns pretendem jogar outros torneios que não sejam promovidos pela FHERJ. Particularmente não gosto desse caminho. Entendo que temos que tentar mudar o sistema. Temos que discutir, propor e trocar ideias.

Propostas
1. Que a FHERJ deixe claro quem comanda o Handebol de Areia na área técnica e na área de arbitragem;

2. Que essas pessoas estejam presentes à competição. Isso é o mínimo de respeito que a instituição deve aos clubes;

3. A pessoa que dirige a modalidade atuará como relações públicas da FHERJ junto aos clubes e todos que prestigiam as etapas;

4. Quem dirigir a arbitragem não apita. Estará ali para solucionar “pepinos” e como manda a instituição maior da modalidade, com poder inclusive de fazer voltar a trás uma decisão desastrosa;

5. Os árbitros sem condições físicas de trabalhar ajudarão na mesa e como delegado. Assim, terão tempo para emagrecer e fazer por onde participar como árbitro;

6. Promoção de encontros entre técnicos e árbitros com a intenção de refletir juntos sobre situações de jogo e competições. Essas reuniões fariam com que algumas pessoas se desarmassem para as próximas competições;

7. Cursos para novos árbitros de Handebol de Areia. Batalhar a criação de árbitros específicos de areia. Chamar ex-atletas e atletas para começar um novo grupo de árbitros. Atletas adultos trabalhariam nas categorias de base. Assim entenderiam melhor as situações por que passam os atuais árbitros;

8. Consulta à IHF sobre a situação do shoot out com a desqualificação direta quando não numa ação contundente do goleiro e outras situações pendentes;

9. Que a FHERJ corra “na frente” de patrocinadores e assim possa melhorar as condições das etapas. Precisamos da divulgação das ações executadas nesse sentido. Assim não pairariam dúvidas em relação ao trabalho da instituição;

10. Divulgação do site da Federação. Melhorar a comunicação com todos os participantes;

11. Oferecer o espaço para filmagens de jogos e fotos do evento, com possibilidade de venda ao final do evento;

12. Criar uma ouvidoria do Handebol de Areia. Uma pessoa que pudesse estabelecer um Relacionamento entre a federação e a comunidade do desporto.

47 comentários:

Fabíola disse...

Olá Guerra, eu estava pensando em mandar e-mail, mas então entrei aqui e vi seu post. Você tem toda a razão em tudo o que disse, está uma vergonha esse circuito carioca, é inacreditável que os dois atuais times campões brasileiros sejam do Rio, onde muitos atletas, técnicos e principalmente árbitros não sabem as regras. É impossível eu ter que em todo shout out que a minha equipe (unisuam) participa explicar como é a escolha de campo e bola. É inadimissível ter uma mesária em pleno jogo falando ao celular, como também é difícil de aceitar todos os momentos em que a mesa se perde nos pontos, será possível que seja tão difícil contar de dois em dois, e pasmem, no feminino muitas vezes não é de dois em dois, e sim de um em um ponto.
Eu também não consigo entender como não conseguem um patrocínio tendo as duas equipes campeãs brasileira jogando as etapas.
Ratificando tudo o que vc escreveu, quero deixar mais um item aqui: foi assim que nos outros anos começou a diminuir as equipes participantes, pois não tinham mais motivação para se aborrecerem aos domigos. É desanimandor o que está acontecendo toda etapa de beach.
Desde já, agradeço esse espaço que você abriu aqui para esse problema.
Fabíola.

Guerra-Peixe disse...

Fabíola,
Gostaria de me desculpar por não ter abordado aspectos relativos à competição feminina. Na verdade, a responsabilidade de contribuir com uma equipe inibe a minha participação nos jogos da outra quadra. Confesso que fiquei surpreso, pois acreditava que no feminino estava tudo bem. (In) felizmente vocês são mais educadas e menos espalhafatosas e, por conta disso, existem menos confusões. Estamos iniciando um processo onde espero que redunde em mudanças. Vamos discutindo, criticando e propondo.
Forte abraço!

Anônimo disse...

Caro Guerra, apesar de estar momentaneamente afastado das competições da modalidade, acompanho de perto o desenvolvimento da mesma. Mesmo estando focado na região de São Paulo, acredito ser muito importante o que apresentou, pois não poderemos praticar o melhor, sem um trabalho coeerente e voltado a correção dos erros. Acredito que muitos ainda estão presos a idéia que por ser um esporte de origem praiana, não está vinculado as necessidades de organização, avaliação, responsabilidade e projeção, sendo na sua origem desvaloridado. Pelo seu trabalho frente as equipes que formou e treinou, pelas experiências vividas em nosso Brasil e pelo Mundo, acho que suas observações devem ser bem interpretadas por aqueles que de alguma forma tem em suas mãos a gerencia da modalidade, em nível regional, estadual e nacional, assim congratulo com a sua coragem e responsabilidade profissional, em "acender o sinal de alerta", e espero que para o bem de nossa modalidade, pessoas bem intensionadas estejam no leme do futuro. Um forte abraço.

Profº Antonio Carlos Meneses Marques
Guarujá/SP

Danilo disse...

Olá querido professor Guerra!!!
Apesar de não acompanhar de perto as competições aí no Rio de Janeiro, sou solidário também com suas críticas, no sentido de melhorar o desporto em nosso país e que não se perca sua magnitude, pois afinal de contas, somos os atuais 2° colocodo no masc e 3° no fem no último Mundial...
Estamos falando dos problemas do estado do Rio de Janeiro que teve 3 etapas este ano. E o que dizer do estado de São Paulo que não teve sequer uma etapa até a presente data??? Os atletas e dirigentes já estão ficando desmotivados, pois entramos em contato com a federação, com o organizador do evento e até agora nada. O que será do futuro da nossa modalidade aqui no em São Paulo??? Será que ela vai deixar de existir??? E as pessoas envolvidas será que terão que deixar de trabalhar??? E os atletas será que terão que procurar outras competições para poderem continuar praticando este esporte???
Um grande abraço mestre.

ivalber disse...

Guerra,
sempre acompanho seu blog, entre outros relacionados ao hand beach, e não preciso ressaltar minha admiração por você e seu trabalho desde os tempos do Colégio Militar em 1994, e há algum tempo já queria lhe escrever e parabeniza-lo por tudo que tem feito pelo handebol.

Bom mas vamos ao que interessa,
concordo com todas suas criticas, com todos os problemas citados e com suas propostas, realmente nosso esporte passa por um momento muito delicado em nosso estado, na qual precisamos de pessoas, tais como você entre outros, voltadas num mesmo mesmo objetivo para tentarmos salvar o Handebol.

Guerra, é importante também tratarmos a coisa de forma imparcial, pois não podemos desmerecer a equipe do Vasco da Gama, minha equipe, que tem seus méritos e acredito ser quem mais sofre com esses problemas, pois nos ultimos 3 anos participamos de praticamente todas as competições da FHERJ. Como você citou a 3 etapa, o primeiro jogo Vasco x Rio handbeach, podemos considerar uma vergonha, assim como outros exemplos. Por isso, desde 2008 filmamos todos nossos jogos, inclusive todos da 3 etapa, para alem de corrigirmos o tático quanto termos provas de erros grotescos. Como contestar nossa vitória, na semi-final, vencemos a Unissuam por 2x0 ( 20x8 , 18x14 ) incontestavel.

Temos mérito sim e ao contrario do que falou não fugimos dos principios do Hand beach e nossas armas são: treinamento, dedicação, disciplina tática e talento. " Talentos estes que espero que não passe despercebido pelo Técnico da seleção de Handbeach, temos atletas, que vem mostrando grande talento, apesar de ainda pouca idade, tem personalidade, inteligência e principalmente versatilidade, podendo atuar tanto nas posições de ataque quanto de defesa ".

Professor, somos reféns dos mesmos problemas e temos a obrigação de buscarmos a profissionalização do nosso esporte, para assim popularizarmos o mesmo em nosso estado e nosso país.
conte sempre comigo,
um grande abraço,
Ivalber

Guerra-Peixe disse...

Ao amigo Antônio Carlos, um grande batalhador do esporte nacional, gostaria de dizer que sinto-me honrado de ser citado positivamente por você. Dessa forma, tenho a convicção de estar trilhando caminhos corretos. Precisamos discutir a modalidade como forma de avançar. Para tanto, toda a comunidade desportiva do país está convidada a participar.
Espero seu retorno às competições paulistas e nacionais.
Um forte abraço!

Guerra-Peixe disse...

Agradeço as palavras do Danilo, professor, técnico e atleta de São Paulo. Porém, no que tange à situação de SP, em nada se parece com a do Rio de Janeiro. Seu Estado tem o Paulinho como um articulador de altíssimo nível. Pessoa que entende muito bem a importância de se relacionar bem. É um grande batalhador da modalidade, mas infelizmente vítima da inveja de alguns. Com muito menos tempo de trabalho, São Paulo já tinha ultrapassado o Rio de Janeiro em vários aspectos da competição. A federação paulista perdeu um enorme tempo para decidir de quem seria à gestão do Handebol de Areia no Estado. Nesse ínterim, uma pessoa que batalha sem nada receber em troca e ainda é incompreendido por alguns, acaba por arrefecer. Tenho a certeza que ele retornará e dará andamento ao trabalho que vem desenvolvendo. Uma coisa posso afirmar, a hora que ele parar vocês terão grandes prejuízos. Quem discorda é só pagar para ver!
Forte abraço!

Ewerton disse...

Prezado Prof. Guerra

Gostaria primeiramente de parabenizar por todo trabalho que o Senhor tem feito em prol do handbeach, esporte que nos tem proporcionado muitas alegrias ultimamente.
Acho interessante suas citações sobre o handebol do Rio de Janeiro, não só o de Areia como o de quadra.
É inadmissível um estado com um celeiro de grandes atletas e técnicos ter uma Federação tão "medíocre" como é a nossa. É necessário uma reformulação total nela, para que haja novos projetos e é necessário uma nova política dentro dela, pois enquanto houver as mesmas pessoas de sempre, continuará essa zona que persiste!

É necessário através de sua influência nesse esporte e com o apoio de pessoas com projetos que sejam renovadores, que seja feita uma reformulação na Federação. Quero deixar bem claro que não estou julgando nenhum arbitro, pq qualquer ser humano é sujeito a erro, mas estou falando sobre a política de sempre manter as mesmas pessoas na federação. Como o Rio de Janeiro não consegue um patrocínio? Um estado que podemos citar inúmeros atletas de seleção estar nessa situação? Um exemplo é Minas Gerais que não possui a mesma história do Rio, mas que mesmo assim possui o Patrocínio da Oi. Gostaria de dar meu total apoio e estar me prontificando a ajudar para que haja essa melhora em nosso esporte que é tão amado, uma vez que nós jogamos por Amor e não por Dinheiro.

Desculpe não focar apenas o Handebol de Areia, mas minha crítica é totalmente para a FHERJ!

Um grande abraço!

Thiago disse...

Caro Prof. Guerra,

Sou atleta do FV/Tijuca, frequentador do blog. Até hoje, nunca havia comentado, mas dessa vez o assunto não poderia passar em branco. Suas palavras resumem bem a situação atual do handebol de praia carioca. A cada ano vemos a modalidade definhando. Não há estrutura, patrocínio, divulgação e, como foi muito bem observado, não há manutenção da arbitragem!
É vergonhoso ver um arbitro novato, com dúvidas na condução do jogo, olhar para um atleta dentro da quadra buscando orientação.
É difícil entender o valor da taxa, se não há nenhum investimento na estrutura. Aliás, não entendo também, por que não temos desconto nessa taxa, se nós sempre emprestamos as bolas pra a realização dos jogos?
Essa falta de estrutura, ou mesmo da divulgação do esporte, afasta as equipes e freia o desenvolvimento do handebol de praia. Afinal como as equipes conseguirão um patrocínio, se é difícil provar que o esporte existe!?

Espero que essa discussão que seu texto começou a causar, dentro da net, se estenda para o mundo físico, pois a mudança é necessária (e com urgência).

Abraços,

Thiago Moura

Rio Handbeach disse...

Olá amigos do handebol de areia.

Não sei nem por onde começar, pois são inúmeros pontos a serem tocados, mas vamos por partes.

Em termos de estrutura eu não gosto nem de falar, porque parece brincadeira. Parece uma pelada de amigos no final de semana.

A sensação que dá é de completo abandono. Nessa última etapa, todos perceberam diversos erros absurdos e não havia uma pessoa a quem recorrêssemos.

Algumas perguntas que eu gostaria de fazer:

- A principal pergunta é: Quem responde pelo Beach Handball Carioca? Quem manda? Quem organiza?

- Os árbitros são seres superiores? A quem eles respondem? Quem os supervisiona? Quem os padroniza? Quem os ensina? Quem os escala?

- Quem julga? Quem conhece o regulamento? Quem faz as contas e conhece os critérios de desempate?

(Vale lembrar que na segunda etapa houve um enorme bate-bota entre o "Coordenador de arbitragem" e alguns membros de equipes, inclusive com o deferimento de palavrões, gritos e ofensas que em nada ajudam o nosso esporte)

- Vale ficar sem camisa em quadra?

- Vermelho no shoot-out tem suspensão automática?

- Se o treinador do feminino xinga o árbitro no jogo masculino ele pega suspensão?



Como alguns já disseram: é preciso repensar todo o processo.

Eu tenho duas equipes no circuito e uma terceira pronta para entrar, mas confesso que estou perdendo o tesão em participar dessa forma.




Agora só pra responder ao Ivalber, jogador do Vasco da Gama:

Ninguém desmereceu a vitória de vocês. Vocês são uma equipe ascendente no cenário do beach. Começaram na C e ganharam todas etapas até agora. Estão de parabéns. O que ocorre é que defensivamente vocês atuam como na quadra, com excesso de contado físico e faltas muito mais fortes do que prega a filosofia do beach. Mas aqui eu ressalto: vocês jogaram conforme deixaram e tem todo mérito pela vitória.


Um abraço a todos,
Marcinho
Rio Handbeach
Icaraí Handbeach

Antonio Carlos disse...

Caro Guerra, agradeço as palavras, e com certeza em breve estaremos juntos na dura mas prazeiroza "labuta" daquilo que acreditamos e nos engrandece. Tomo a liberdade de reiterar o que apresentei em texto anterior, acrescentando efusivas concordâncias as suas palavras em resposta ao nosso querido e respeitado Danilo, no que tange ao profissional e abnegado Professor Paulo Martins. Com ele, e sua obstinação, pude acreditar em meus sonhos da modalidade. Assim endosso, com carinho e responsabilidade, suas palavras em favor do nosso colega e profissional de grandeza indiscutivel. Acredito que por sua amplitude de atitudes e trabalho sério desenvolvido, nossa Federação logo estará devolvendo ao Paulinho, o curso correto e adequado da modalidade em nosso Estado. Quero acrescentar que as divergências, que se apresentaram em nossa região, no meu entender, sao de fácil resolução, pois os profissionais envolvidos são de grandeza superior, e só falta direcionarem cada um no seu coração, aquilo que realmente será melhor para todos.
Em tempo, belas suas palavras em favor de nossa amiga e profissional de primeira, a Claudinha, que Deus esteja com ela nesta nova etapa. Um abraço do tamanho de minha consideração, fique com Deus.

Antonio Carlos

Gil Pires disse...

Que bom que abriu esses espaço pra esclarecer tudo que acontece principalmente do handebol de areia do rio! Abrindo assim tb um espaço para um esclarecimento por parte da federaçao do Rio, que por mais que seja indagada das suas responsabilidades, nao deve se ver com espaço para esclarecimentos...

Acho que nem precisamos colocar mais propostas para a melhoria do beach no Rio de Janeiro, se os responsaveis conseguissem pelo menos isso que foi sugerido, já elevaria absurdamente em qualidade o campeonato.

Participei durante anos das etapas do carioca, e durante todo esse tempo nao vi melhora alguma, acredito que a FHERJ nao faça as devidas melhorias por saber que mesmo do jeito que se faz, nao faltam equipes e assim eles vao levando adiante com todos esses probelmas citados por vc!

Gostaria muito de ouvir o que a Federaçao, ou o responsavel pelo Beach na mesma, tem pra dizer aos amantes desse esporte. Qualquer resposta, absurda que seja, já faria com que o desrespeito com os envolvidos na modalidade fosse minimamente diminuido, e o que poderia começar a ser feito para que acreditemos que isso um dia mudará??????

Forte abraço à todos!!!

Guerra-Peixe disse...

Prezado Ivalber,
Recebi suas palavras com enorme carinho e orgulho, pois de alguma maneira pude contribuir para formação de uma pessoa vitoriosa e que sabe se expressar em termos cordiais e desportivos. Ao respondê-lo não procuro a polêmica, apenas o direito de desvelar o texto escrito por mim no tocante a briosa equipe do Clube de Regatas Vasco da Gama.
Vou começar respondendo sobre seus atletas e a Seleção Brasileira. Em todas as competições que estamos presentes observamos jogadores que possam fazer parte da equipe nacional. No Rio de Janeiro nunca foi e nem será diferente. O que não me parece adequado é você fazer apologia dos atletas do Clube de Regatas Vasco da Gama, como se houvesse algum empecilho para futuras convocações. Pode ter certeza que se algum dia o CRVG tiver um jogador que faça jus a uma convocação ele será convocado e jogará no modelo preconizado pela direção do Handebol de Areia do Brasil (CBHb).
Ao utilizar o blog como meio de iniciar uma discussão acerca do Handebol de Areia e os caminhos que a Federação pode e deve assumir, citei sua equipe como gancho para abordar a arbitragem e a FHERJ, instituição dominada pelos árbitros de ponta a ponta. A discussão era a falta de tomada de decisão. O abandono. A instituição acéfala, pelo menos para nós da praia. O importante era o contra ponto entre instituição dirigida por árbitros, mas que é incapaz de “arbitrar uma competição”. Longe de mim defender o Rio Handebeach em detrimento do desporto. As pessoas que me conhecem sabem da minha imparcialidade e forma de pensar. Nunca tergiversei em meus princípios. Não aceito atleta do meu time que fica reclamando acintosamente com árbitros (desqualificação); tenho horror a atletas que gritam com colegas desqualificando-os na frente de todos (exclusão). Não permito que os atletas se utilizem de meios que o jogo condena (exclusão e desqualificação). Meus atletas sabem que eles não podem trocar a camisa, ficando com o dorso nu, durante o jogo ou shoot out (desqualificação). Detesto dirigente do meu time (não temos) que grita impropérios para árbitros e adversários (relatório). Não passo a mão na cabeça de atleta infrator. Luto sempre para salvar o espetáculo.
No seu comentário, você citou o primeiro jogo como vergonha. Posso garantir que aquele jogo é muito mais próximo da realidade do Handebol de Areia do que o último. Infelizmente você demonstrou o eterno “complexo de vítima”, que nada tem a ver com a grandeza e história do CRVG. Essa vitmização é clara quando vocês estão em inferioridade no placar. Tornam-se chorões e pressionadores de árbitros. Ninguém presta. Vocês são perseguidos. Uma coisa eu concordei com você: considerei aquele jogo uma vergonha, mas pelo fato de vocês terem protagonizado um espetáculo lastimável.
Como você é um batalhador pela melhoria do desporto e de sua equipe, recomendo que você leia o texto outra vez. Veja onde toca sua equipe e procure orientação sobre como agir no Handebol de Areia. Se você acha que estão fazendo tudo certo, siga em frente. Confesso que estarei à margem da quadra para ver o resultado.
Para encerrar gostaria de lembrar uma coisa para você. Na minha vida desportiva fui primeiro e último em diversas ocasiões. Hoje estou em posição de destaque, mas não me considero melhor do que ninguém. Para vencer é preciso estudar, trabalhar, fazer amigos, ser imparcial e aceitar derrotas como um aprendizado. Infelizmente nem todos agem sob a égide da ética e dos princípios. E como você bem sabe isso diferencia homens de meninos.
Um forte abraço!

Isaac Paulo de Lima disse...

Caros leitores do blog,

Infelizmente a situação não ocorre somente no Rio de Janeiro, a nossa Federação, a Paraibana, passa pelos mesmos problemas e, o principal deles é o tempo de permanência da mesma presidência. Falando de handebol de areia, a FPH, na pessoa do presidente, nunca valorizou, não incentivou e nem nunca ajudou o desenvolvimento da modalidade, muito pelo contrário, desde o início do beach handball na Paraíba somente os técnicos eram os responsáveis pela divulgação da modalidade, em especial a técnica Rossana e o professor Chico. Pessoas que foram responsáveis pelo crescimento do esporte de areia. A professora sempre organizou competições e Chico esteve sempre presente com inúmeras equipes desenvolvendo a modalidade. Depois do sucesso da modalidade em nível nacional e principalmente com o ótimo desempenho dos atletas paraibanos, foi ai que a federação(Presidente)mostrou-se interessada em colher os frutos do trabalho alheio, preocupando-se em estar presente apenas nos momentos de premiações e divulgações com o único interesse em aparecer diante dos holofotes.

Professor Guerra, pelas inúmeras vezes que você esteve aqui, deu pra perceber a situação que atormenta o handebol paraibano, principalmente o handebol de areia?

Abraço a todos!!

Miguel Gonzalez disse...

Você reclama do Handebol de Praia? Imagina o de quadra...

visite: http://esporterio.blogspot.com

Anônimo disse...

Isacc Paulo, você diz que a professora Rossanae o professor Xico que fazem o handebol beach aqui na Paraiba, isso é um engano grande seu, porque só a professoara Rossana que leva o beach a diante, o professor xico que se diz um amante do beach não faz nada e só quer levar vantagem nas coisas, a Rossana que merece todo o metiro por que ela sabe fazer o handebol crescer, ela quem deveia esta na presidencia da federação, e não uma pessoa que se diz presidente, que não faz nada e só olha para seus interessas.
Continua assim não teremso handebol na Paraiba, exemplo de capacidade é o Professor Isaias que foi campeão brasileiro agora e não é técnico de seleção, as pessoas que merecem estão fora e as que não fazem nada estão dentro, o que esta havendo.......

Anônimo disse...

Bem, primeiramente, muito bem dita as suas criticas se realmente for isso o q acontece ai no Rio de Janeiro. É lamentável, mas tem coisas q discordo completamente de você.
Você citou o peso dos árbitros e atletas; não condiz a você julgar a competência de A ou B por causa de sua forma física ou barriga como citado. Você também citou q seu jogador ou “atleta” fez uma ação “NÃO CONTUNDENTE” você quis dizer irregular não é?? E ainda tentou comparar uma ação extra quadra com essa ação NÃO CONTUNDENTE... Por favor.
Tive conhecimento q você é o treinador da seleção de handebol de areia, q agora é chamado de handbeach, e só por isso está querendo tais melhorias e me parece, esquecer q o handebol de verdade está falido no Rio; q não tem uma equipe se quer no cenário nacional e nem campeonato estadual tem feminino. E só para lembrá-lo handebol é esporte olímpico não o handbeach.
Você também citou q não tem uma pessoa responsável por nada nem pelos árbitros.... Bem pelo q parece sua equipe também não é nem um pouco o seu time não tem dirigente (como citado por você); Tem médico? Fisioterapeuta? Nutricionista? Só para ficar no básico... Então antes de criticar vamos olhar pro nosso próprio umbigo.
Li um comentário aqui de um senhor q se denominou Ivalber ( se não me falhe a memória) e você citou q ele estava com complexo de vítima; Essa foi pra dar risada...Pois vasculhei todo o blog e não achei uma reclamação dessa e coincidentemente essa reclamação toda surgiu depois de uma derrota para uma equipe de barrigudos e brigões...Será q é mesmo esse senhor q está sofrendo do complexo?


Repense o q você diz e olhe pro seu próprio umbigo... Melhore e depois cobre melhorias... Até.


Anônimo.

ivalber disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
ivalber disse...

Prof.

com certeza não estamos aqui para polemizar nada. Temos alguns pontos de vista diferentes mas temos um mesmo ideal, sei que errei em algumas colocações e peço desculpas, de coração " não é vitmação ", isso também não aceito e não tolero. Não aceitamos derrotas, mas temos que buscar o porque delas, aprender com elas, assim como nas vitorias. O mais importante é darmos seguimento ao proposto aqui. se formos citar teremos inumeros casos de outras etapas, temos sim, buscar soluções para esses problemas que se arrastam a anos.

Teremos uma pausa de 3 meses até a próxima etapa, sabemos que estará envolvido com a seleção, mas que outras pessoas se mobilizem, se reunam para buscar o proposto aqui. Sentar com a Federação, apresentar propostas, cobrar soluçoes. Apesar de não ter a experiencia sua e de outras pessoas ligadas, estou disposto a ajudar e buscarmos uma saida para nosso esporte e nosso estado. sabemos que isso não se resolve em pouco tempo, mas o primeiro passo foi dado.

grande abraço.
Ivalber

Cyrillo disse...

Bem agora é minha vez.

Fico triste por um lado com a situação que o handebol de areia do Rio de Janeiro se apresenta nos dias de hoje. Por outro, acredito que este debate e o basta as irregularidades que muitos de nós estamos mostrando através do blog, com certeza farão efeito em um futuro próximo.

Com certeza o modo como o desporto vem sendo levado, o levará ao fundo do poço como já está acontencendo com o handebol de quadra.

Algumas pessoas podem dizer falar é fácil, fazer que é dificil. Porém surge diversos pontos a serem relatados:

1- Como poderemos crescer se não temos uma liderança durante o evento, ou seja, a mesma pessoa que apita o jogo é o responsável pelo evento. Múltiplas funções perecebemos que em nenhum lugar da certo.

2- É inadimissível os árbitros, que são responsáveis por apitar os jogos, terem que montar a estrutura toda do evento. Mais uma vez múltiplas funções!!!! O árbitro já começa sua jornada árdua de apitar diversos jogos sob um sol escaldante, e ainda tem que montar e desmontar a estrutura do evento?

3- Como conseguir crescer? Como conseguir um patrocinador? Como vender o esporte a um possível cliente se a todo momento existem irregularidades como: jogadores sem camisa dentro de quadra, árbitros discutindo com atletas asperamente utilizando por ambos palavras de baixo calão, isso tudo sem que tenha punição seja durante o evento ou para uma próxima etapa.

Enfim, são apenas algumas questões que devem ser debatidas para que o esporte alcance o seu espaço mais do que merecido.

Me disponho a ajudar e organizar no que puder, para que nosso esporte cresça cada vez mais.

Abs

Guerra-Peixe disse...

Prezado Anônimo,
Achei muito interessante seus comentários. Com certeza você não está envolvido com o Handebol de Areia, mas nem por isso desmereço o que escreveu. Pelo contrário, achei bem interessante a sua forma “metralhadora giratória” de escrever. Procurarei responder suas críticas, para quem sabe chegarmos a um bom termo.
Você começou dizendo que concordava comigo, entretanto por mais que tivesse procurado não encontrei nenhuma concordância...
A questão do peso dos árbitros é uma decisão da Federação Internacional de Handebol. Temos um árbitro no Brasil “bem forte”, mas apita num nível muito bom. Aqui no Rio de Janeiro, não é o caso definitivamente. Se na quadra já incomoda imagina na areia onde os árbitros apitam o dia inteiro. Seria interessante você acompanhar e depois avaliar se tenho ou não razão.
Outro ponto de discordância refere-se à ação contundente durante um shoot out. O goleiro da equipe em que era auxiliar defendeu com os pés fora da área. O árbitro, acertadamente, apontou o seis metros e desqualificou o atleta. O fato é que os árbitros impediram esse atleta de jogar o próximo jogo. A regra diz que os atletas que recebem uma desqualificação direta devem cumprir um jogo. Porém, como ficou claro com a declaração do árbitro internacional da modalidade, Luis Felipe Caldas, havia uma decisão que nessa situação o atleta não deve cumprir um jogo, por não ser uma ação contundente contra o adversário. Comparar a punição (equivocada) a um atleta que colocou o pé na bola, com um dirigente que ofendeu os árbitros e o espetáculo, e nada aconteceu, é pertinente e sadio para vermos os caminhos que queremos trilhar.
O resto do seu texto vou responder por tópicos. 1. A modalidade no Brasil se chama Handebol de Areia. Para a IHF, Beach Handball. 2. O Handebol do Estado do Rio está ou não do jeito que você falou, porém, os clubes aclamaram a nova presidência e vinham aclamando a anterior. Portanto, devem estar satisfeitos com a situação. Se couber alguma crítica a esse fato, você deve escrever diretamente para a Federação de Handebol do Estado do Rio de Janeiro ou ligar para falar com a Senhora Luíza, legítima presidente da instituição. Eu só trato de Handebol de Areia. 3. Quanto à importância que tem uma modalidade ou outra, parece-me um assunto menor. Bobagem de menino calça curta. Você me lembra alguns dinossauros do handebol, normalmente recalcados, que estão preocupados com o crescimento do Handebol de Areia. Anônimo existe espaço para todos. O Handebol é Olímpico e batemos palmas. O Handebol de Areia procura seu espaço e é merecedor de palmas também, pois tem inúmeros resultados junto à comunidade desportiva mundial. Agora se você quiser aprofundar nos dois faça como eu fiz: no handebol fui a três Olimpíadas; fui campeão da Liga Nacional como técnico; dirigi várias equipes em todas as categorias; iniciei uma infinidade de jovens no desporto; fiz inúmeros cursos e ministrei outros tantos. Nem por isso fiquei fechado a uma nova modalidade. 4. Nossa equipe não poderia ter dirigente fora, pois estávamos jogando. Fiquei com a impressão que você concorda com competições que não têm ninguém dirigindo os árbitros e também a parte técnica (?!). 5. Você procurou no texto algo que se referisse ao complexo de vítima e não achou? Então vou te explicar: esse complexo se dá durante o jogo. É quando uma equipe começa a perder e todos começam a reclamar. Se sentem roubados. São perseguidos pela federação, árbitros e todos os presentes.
O seu encerramento é uma catarse. Vou pendurar para nunca esquecer. Mas posso te afirmar que não quero ser melhor que ninguém, mas que procuro ser um cara melhor todos os dias. Não olho mais para o meu umbigo por estar gordo e não conseguir ver mais nada do peito para baixo. Vou seguir suas orientações e procurar um analista, quem sabe se o complexado não sou eu...
Por fim gostaria de te agradecer e dizer um “muito grato anônimo, você é um cara de muita personalidade”.

Guerra-Peixe disse...

Prezado Ivalber,
Não ganho nada com o Handebol de Areia e muito menos com o blog sobre a modalidade. Tudo que escrevo é na intenção de fazer a modalidade crescer. Não há resquícios de inimizade ou qualquer leviandade. Fico triste de saber que algumas pessoas interpretam críticas como algo pessoal. Fico mais triste por saber que essa interpretação não é começo de nada. Que dessa forma provavelmente não mudaremos. Mas vamos em frente.
Penso que chegamos a um bom termo. Expomos nossas interpretações dos fatos e buscamos o crescimento. Sempre o vi como um ex-aluno. Hoje, pode ter certeza, o vejo como homem. Um cara que bota a cara na reta. Que faz crítica e vem a público debater. Não faz como muitos que enfiam a cabeça num buraco achando que nada vai mudar ou que tudo está bom.
Saúdo-te e me congratulo com sua equipe, pois o Clube de Regatas Vasco da Gama foi o legítimo vencedor da etapa.
Um forte abraço!

Anônimo disse...

Caro Guerra, falando em complexo, vc conhece o narcisismo? vc gosta bastante de vc mesmo, aprenda que para dizer que o seu é bom não há necessidade em denegrir o próximo(como faz com os árbitros) se vc mesmo diz não conseguir olhar seu umbigo devido sua silhueta avantajada que te faz acreditar que poderia criticar a de outrem? Sinceramente não consigo entender, como uma pessoa que se diz tão estuda,age desta forma, professor não se esqueça que em nosso esporte , todos se conhecem e o senhor pode realmente estar ofendendo a outras pessoas.Seguindo seu próprio conselho porque não faz uma reclamação diretamente ao órgão de competência( liga pra Luiza), ou será que o senhor tomou essa responsabilidade para si? Quanto minha preocupação com os esportes em discussão não chamaria de recalque, entenda, a federação é a mesma, embora o handebol de praia seja uma nova modalidade ele na verdade é derivado do handebol de quadra então não há suporte para um sem dar suporte ao outro . Sobre o complexo de vítima aí está ele :
Qual é sua real insatisfação com a arbitragem? será que não está reclamando pelo simples fato de o técnico da seleção ter perdido para alguns atletas “barrigudinhos e vitimizados"? até onde me cabe dizer não é a reclamação de um atleta que faz a regra mudar ou girar a seu favor, vc não acha? Essa é uma nova tática pra quem perde? Tentar ganhar os próximos jogos intimidando a arbitragem publicamente com palavras rudes? Vamos aos fatos, como explicar que na mesma etapa o senhor consegue uma vitória sobre o CRVG e diz que nesse jogo a arbitragem apitou muito próximo do que é o handebol de praia, sem esquecer que ainda relata que os atletas do CRVG tornam-se vítimas ao estarem perdendo(palavras suas ao Sr Ivlaber), e coincidentemente quando o senhor perde a final, a arbitragem torna-se incapaz e não existe mais ninguém com complexo de vítima, curioso não é mesmo? Sua agressividade passiva com os demais é tão óbvia que chega a ser um ato constrangedor de se assistir.
Gostaria de agradecer a atenção e também por citar minha personalidade forte, para que tome ciência participo do handebol a bastante tempo,e como já foi citado, desnecessário gabar-se de seus títulos pessoais para que se tenha credibilidade..
Anônimo

Guerra-Peixe disse...

Anônimo,
Já percebi que você é árbitro e fofo. Não esteve na competição em questão. Gosta de análise psicológica, mas seu conhecimento de psicologia é de ensino médio. Se você não percebe, como narcisista (a seu ver) vou adorar sua eterna análise sobre a minha pessoa. Percebo sua imensa vontade de me incomodar, mas fique sabendo que para pessoas da sua estirpe tenho paciência de Jó.
Ainda bem que só você, entre os que escreveram, apesar de se esconder, entende que o contato deveria ser direto com a Presidência. Meu objetivo é maior. Precisamos discutir a modalidade de fora para dentro da federação. Temos que dizer para ela o mínimo que desejamos em termos de organização. Se isso não ocorrer, em breve poderemos reviver problemas de outras modalidades. Recomendei que ligasse para a Senhora Luiza, pois você disse de forma genérica que o Handebol do Rio de Janeiro estava falido.
Vamos recordar. Minha crítica é mais pela organização do que a própria ação de apitar. O árbitro gordinho é frontalmente contrário ao espírito do jogo, já te expliquei. No domingo os árbitros encontraram muitas dificuldades em algumas situações e não tinham a quem recorrer. Nós dirigentes, da mesma maneira, estávamos órfãos em relação à instituição que dirige a modalidade. A etapa carioca perdeu muito de sua estrutura. Existe um pagamento e não há contra partida. O Clube de Regatas Vasco da Gama venceu e mereceu. Porém, utilizou uma defesa com muito contato o que não foi inibido pelos árbitros.
Para encerrar vou relembrar algo já escrito aqui. Desporto e discussão sobre organização é coisa pra Homem e não para menino calça curta que se esconde no anonimato. Será que você não percebe que escondido suas posições se fragilizam? Não sou poderoso em nada. Não vou te prejudicar em nada. Vamos debater. Vamos discutir. Venha a público.
De toda forma, como você perde seu tempo escrevendo sobre o “guerra”, te desejo um forte abraço!

Felipe disse...

Prezados,
Devemos começar a pensar o esporte com a razão e não mais com o coração. Temos q decidir o que é melhor para o esporte e não para o nosso time.
Fazemos parte de um desporto que tem todas as condições de cair na graça da mídia e virar um esporte de massa. Temos que criar medidas para que isso ocorra, mesmo que para isso sejamos prejudicados.
Para o bem de todos, nao podemos tolerar falta de organizaçao e liderança. Isso é o básico para a evolução.
Faço parte de uma equipe que por muito tempo participava única e exclusivamente para brincar e rever os amigos. Qdo resolvemos mudar, treinar, se organizar, ter uma liderança, ganhamos o título nacional de forma indiscutível. O mesmo tem q acontecer com o handebol de praia.
No campeonato brasileiro não tivemos problemas com os arbitros, na verdade ninguem teve. Porém o único arbitro do Rio que participou do evento foi o Luiz Felipe, onde estavam nossos árbitros?
Os atletas q lá estiveram presenciaram e participaram de um campeonato de altíssimos nível. Fomos cobrados com relação a postura dentro e fora de quadra, tudo para o desenvolvimento do esporte. Não vejo isso se desenvolver no Rio. Um exemplo mais citado nos outros depoimentos foram os atletas ficarem sem camisa dentro de quadra.
Vcs já viram o Giba sem camisa durante o jogo de volei? Como desenvolveremos o esporte se somos incapazes de evoluirmos como pessoa.
Não devemos insultar um árbitro só porque estamos fazendo parte de evento, mas sim pq somos pessoas civilizadas e educadas que fazem parte de um esporte em evolução. Precisamos de atitudes individuais para que o coletivo possa evoluir.
Atitude dos atletas, dos técnicos, dos árbitros e da federação principalmente.
Apesar de todos os problemas levantados não vejo a federação expor alguma ideia ou ponto de melhoria.
Enfim, torço para evolução das pessoas e do esporte.
Forte Abraço a todos
Felipe - Rio Handbeach

Guerra-Peixe disse...

Muito bom!
Nos comentários, por e-mail e no msn tenho recebido boas propostas para ajudar na organização do Handebol de Areia. Fico feliz, pois em nenhum caso os proponentes desconhecem a importância da Federação do Rio de Janeiro. Isso é legal e acalma os "zangados". Fica bem claro, como havia me referido na postagem original, que as pessoas veem a instituição como aquela que representa a Confederação Brasileira no Estado. Isso é muito bom e percebe-se que todos querem contribuir para uma solução.
Vamos para uma semana de discussão. Faltam meses para a próxima etapa. Esperamos uma movimentação da FHERJ no sentido de promover uma reunião com os interessados. Essa seria uma forma de acalmar os ânimos e avançar com o assunto.
Um forte abraço para todos!

Anônimo disse...

oh felipe,

o Giba joga volei de quadra,
nós estamos falando de Handebol de Praia. Por falar em Praia e Volei você já viu o Volei de Praia dos Estados Unidos, o campeonato Nacional deles pode ser considerado o melhor do mundo...e...os atletas trocam e ficam sem camisa, sem problema algum. Afinal estamos na PRAIA.

Feio é usar um trapo de colete, muitas vezes rasgados, impedindo de ver o numero do atleta, a agremiação e o principal, o patrocinio.

Bjs

Anônimo disse...

Xiiiii... Está muito frio eu, não sou arbitro, o fofo é por sua conta... E você cita Jó e sua paciência, mas pra quem se diz paciente como o tal, já está incomodado respondendo assim.
Está curiosinho pra saber quem sou é? Quanto árbitro gordinho você cita que é “frontalmente contrário ao espírito do jogo”...Então voce está dizendo que a competência está ligada a gordura os árbitros gordinhos são incompetentes? Então vamos criar um novo slogan, apite handebol e seja magro ou, seja magro e apite... Pelo amor de DEUS.
Você cita também o contato defensivo, bem se estamos falando de handebol isso faz parte do mesmo concorda? O pólo aquático é o handebol na água e nem por isso se chama handwater e se você conhece o esporte citado, tem muito contato correto?
Você diz também q o Vasco mereceu a vitória, mas entrelinha deixa claro que essa vitória só ocorreu por que os árbitros não souberam inibir a violência (coincidentemente foi na única derrota sua) estou certo?
É vi que incomodei você mesmo... Uma perguntinha. É você mesmo quem escreve ou, manda alguém responder por você, pois, você cita q a única critica q faz é sobre a organização do evento e parece ter esquecido as barrigas; os árbitros os uniformes de outrem... Vou deixar claro aqui para todos os leitores do seu blog que a minha intenção não é criticá-lo, mas sim fazer com que o Profº Guerra passe a cuidar de “sua” equipe e deixe a organização pra quem possa fazer algo além de jogar no ventilador e ver o que acontece... É muito engraçado ver você pedindo sugestões para melhorar algo, só pode ser mais um de seus deboches... Vamos lá então: Quem é você na federação? Idéia todos temos, é você que vai por em prática? Você só jogou essa no ventilador para ter o que discutir, pois, você não tem poder nenhum para mudar nada... Outra coisa que não posso deixar de falar é que você cita q foi a 3 olimpíadas, perguntas como o que? Turista? Você também cita q formou vários atletas pode citar ao menos um time formado por você?
Você já totalmente desequilibrado me chamando de menino calça curta e, que eu estou me escondendo...(onde está a paciência de Jó). Bem na posição em que você se encontra como técnico da SELEÇÃO DE HANDBOL DE PRAIA (nossa e que conquista heim?), e nós sabemos graças a quem e não estou falando de sua competência pode ter certeza... Bem agora você sabe que eu estou muito mais por dentro do que você possa imaginar.


Um abraço pra você e pro Stanley (kkkkkkkkkkkkk).

Anônimo... O original.

Cassilatti disse...

Sem querer me meter, me metendo,
po anonimo, vc poderia se desmascarar, pois o que esta fazendo não faz sentido nenhum sem colocar sua cara a tapa.
Não ataco e nem defendo ninguem aqui, mas é feio ter uma atitude dessa sem se apresentar mano.



Acompanho o Handebol de areia desde o 1º dia que apareceu no Brasil (Rio), e acredito que posso falar alguma coisa em relação a estrutura do nosso querido esporte.
Jogo essas etapas cariocas desde o inicio e infelizmente, como todos ja colocaram aqui, só tivemos regressões e decepções.Chegou uma epoca até que tinhamos midia por tras,(na epoca tinha o Vasco que atraia isso), chuveiro, mangueira para molhar a quadra, etc...
Hoje temos Fluminense e Vasco jogando e n temos nem mangueira para molhar a quadra.Me lembro ano passado de termos que comprar meias no mercado mais proximo para poder entrar na quadra e não queimarmos nossos pés.
Isso porque o Brasil foi Campeão mundial em 2006 em casa, e Vice Campeão ano passado na Espanha(rsrs)
Por conta disso tudo, cansei um pouco dessa falta de competencia das pessoas que administram o esporte e comecei a jogar beach tennis; um esporte novo no Brasil, mas que ja é jogado, tem mais de 10 anos na Europa(Italia, Espanha, etc...)
O beach tennis chegou ao Rio de Janeiro no final do ano passado e ja foi criado uma federação carioca (www.beachtennisbrasil.com.br) que ja organizou 3 etapas cariocas com as categorias aberto masc e fem, master masc e fem.(não sou master ainda, hehe)
Joguei a 1º etapa organizada na praia da barra e vi uma estrutura até que interessante para primeira etapa carioca.Cada participante pagou 25 reais.
Não joguei a 2º etapa, mas nesse fim de semana que passou, participei da 3º etapa em Copacabana em frente ao Copacabana Palace.O preço foi o mesmo,com a seguinte estrutura.Agua, refrigerante, energeticos,frutas,Tenda oficial,musica (som) e para fechar, os caras conseguiram fazer um desafio Brasil x Italia com um time de 2 homens e duas melhores italianos é claro) que no ranking mundial, estão entre os primeiros.
O que quero dizer com isso?
Um esporte que com menos de 1 ano no Rio de Janeiro ja consegue mobilizar uma estrutura mil vezes melhor que a nossa; que esta ha mais de 10 anos nas areias de Copa e não consegue nem se quer, uma mangueira para molhar as quadras?

Justamente na epoca em que não precisamos molhar as quadras por causa do forte calor, as etapas se paralizam?
Tudo bem, isso é um outro assunto para discutirmos, mas alguma coisa realmente tem que ser feita.


inté
Cassilatti

Guerra-Peixe disse...

Anônimo Original “Calça Curta”,
Diferente do que imagina me divirto muito lendo suas mensagens. Pena que tenha abandonado aquela linha psicológica de ensino médio. Gosto muito da sua análise sobre a minha pessoa. Já estou até me redescobrindo. Na verdade você tirou o véu que cobria a minha personalidade. Desnudou-me. E agora resolvi me entregar. Cara, tudo que falei e escrevi esse tempo todo foi mentira. Nunca fiz nada e agora relato:
1. Cortei o salário de dona Neusimere, funcionária que estava escrevendo em meu nome. Ela nunca mais terá acesso ao computador de minha casa;
2. Nunca fui atleta, professor, técnico nem dirigente de Handebol;
3. Nunca iniciei ninguém e muito menos dirigi alguém dessa modalidade;
4. Menti para os handebolistas, pois encontrei um terreno fértil para minhas loucuras;
5. Quando escrevi o texto que originou essa discussão, meu objetivo era derrubar a Luiza da Federação e acabar com o Handebol Indoor;
6. Também quero tomar o Handebol de Areia da Federação, pois a grana é muito alta e quero entrar nesse dindim;
7. A obsessão em emagrecer os árbitros, se fundamenta no desejo de, ao tomar a FHERJ, obrigar os gordos a se internarem na clínica de emagrecimento de minha mãe;
8. Aquele negócio de Olimpíadas foi uma bobagem de criança. Uma mentira infantil comparada a escrever no anonimato. Você certamente nem vai se incomodar...
9. Você fala muito em Seleção Brasileira. Não tenho nada com aquilo. Concordo com você, o Stanley e Willian só colocaram o tal de Guerra por amizade. E pior, a CBHb concorda. A seleção nunca venceu nada. Não chega perto de nada. Soube que é negócio de grana. O tal de Guerra dá o salário de técnico da seleção para o Stanley (integral);
10. Você de vez em quando fala de Handebol. Não esqueça que o assunto é Handebol de Areia. Concordo com você. Quando falamos de Handebol existe um contato aceitável. Porém, na areia ele não “era” permitido. Com a sua insistência em mudar a modalidade escrevi para o Masi, responsável pela modalidade na IHF, e ele mudou a regra. Agora vale tudo. Está querendo te conhecer para agradecer. Eu disse que seria impossível, pois, por uma questão de personalidade artística, você resolveu ficar no anonimato;
11. Liberou também a possibilidade de ficar sem camisa. Aliás, ficar e jogar sem camisa. O colete, que já foi abolido ele não mexeu.
12. Aproveitou e mandou avisar que para se fazer uma competição não será preciso água para molhar a areia, sonorização, rede atrás do gol, patrocinadores, música, barracas para os participantes (dirigentes, atletas e árbitros) e acabou, veja você, com a necessidade de uma árbitro atlético que acompanhe o jogo. Agora vai poder o árbitro fofinho.
Um forte abraço!

Alterego do Guerra-Peixe

Claudio Srgios Scorvari disse...

È com tristeza que vejo essas farpas neste blog. Acho que existe algumas verdades e muitas mentiras. A pergunta é: O Sr. Guerra Peixe tem razão em tudo que fala? Acho que pouca. Veremos:
1- Alem do aprendizado com o querido professor Leoni como auxiliar do Vasco da Gama, o que ou onde o Sr. Guerra teve sucesso no Handebol Indoor? Qual a equipe montada por ele? Qual o atleta (HULK, será?) que ele fez? Como explicar a demissão do Mauá e a decepção do falecido Carlinhos com o suposto sucesso do técnico? Quanto a agressão e depreciação à Federação, ele esqueceu que já foi ajudado inumeras vezes pelo William e agora vem cuspir no prato que comeu? Quantas vezes ganhou com a ajuda da arbitragem e diga-se, vergonhosamente. Quanto ao ingresso no Handebol de Praia, sabemos todos que seu amigo Stanley sempre o colocou na boa. Competência? Tem seus meritos, mas todos que acompanham o Handebol do Rio sabemos que ele deve estar bem abaixo de outros técnicos. O próprio Ronald é mais tecnico do que ele. Na quadra é covardia, podemos citar melhor do que ele Leoni, Paulo Célio, Vital, Brasil,Dilton,Rui,Mandarino,Miguel, Galo,Robson, petroleo, Marcio Leitão, Eraldo, etc....
Sabemos que quando ele fala que nunca ganhou nada, acredito na sua sinceridade. Mas ele não pode negar que ganhou confiança, oportunidades, cargo de tecnico, viagens e um status que não conseguirria só pela competência.
Infelizmente amigos do handebol as pessoas quando pisam no rabo dos outros não podem esconder o seu pois sempre estará à mostra. Espero que arbitros, atletas, tecnicos, amantes do handebol se unam, pois nada ganharemos com acusações, principalmente de pessoas levianas, mentirosas e que se escondem atras de mascaras imorais.
Sem mais
Claudio Sergios Scorvari

Rio Handbeach disse...

Eu achei interessante o rumo que essa discussão tomou aqui, sabem por quê?

Primeiro porque mostra a tremenda infantilidade na hora de tratar assuntos sérios e que acaba sempre voltando às mesmas ofensas e atitudes hostis. No Handebol todo mundo tem a sua verdade e todos que tentam questionar ou propor algum tipo de debate, de organização ou mudança são sempre agredidos.

Ao ler alguns dos comentários aqui postados fico com a sensação de que alguns estão plenamente satisfeitos com a situação atual do handebol indoor e do beach no Rio de Janeiro, o que me preocupa muito.


Como já falei para o Prof. William e para a Presidente Luiza, a FHERJ tem que parar de se sentir agredida a cada crítica, e sim tomá-la como um referencial para reflexões e possíveis mudanças.


Talvez a galera mais velha já esteja desesperançosa e por isso só faça reclamar, ofender e tentar desmerecer uns aos outros. Mas eu sou da nova geração (Tenho 26 anos e coloco a mão na massa todo santo dia em favor do handebol), e fico indignado em como as mesmas picuinhas sempre impedem as coisas de andar no handebol.


E pra finalizar: acho que não deveria ser permitido postar anonimamente em discussões sérias como essa, pois acaba tomando esse rumo infantil, idiota e que não contribui em nada.


Um abraço.
Prof. Marcio Magliano

Anônimo disse...

Flávio Cassilatti... É só por que é você que vou respondê-lo... Você pede que eu me identifique, para que? Vai mudar o que no handebol, você saber quem sou? Já que o foco é o mesmo não é? Parece-me que você está incomodado com o que foi dito para o seu amigo Guerra, mesmo dizendo que sua intenção não é atacar nem defender ninguém (me desculpe se estou errado) mas, é essa a impressão que me deu.
Quanto ao Profº Guerra, vi que o mesmo não tem mais argumentos (até por que contra fatos não há argumentos) para se defender e muito menos, responder as perguntas feitas ao mesmo; preferiu ir mais uma vez para os deboches... Como se usar um meio público para atacar outros seja uma brincadeira... É profº você deve estar mesmo muito incomodado, pois, você pensou que era só eu que estava tendo essa linha de raciocínio, e vi que tenho um ponto de vista que é compartilhado por mais pessoas, como o senhor Claudio Sérgio.
Mais uma vez, quero deixar claro que não tenho nada contra você, mas me chamou a atenção uma pessoa que se intitula competente e inteligente, tomar uma atitude dessas, jogando no ventilador com ataques a terceiros que como você só quer o melhor pro handebol. Você já imaginou que se a cada derrota todo vierem a público reclamar e choramingar seria muito chato não acha? Ou, você quer que acreditemos que foi coincidência você reclamar assim justamente quando perdeu para um time de barrigudos e brigões.
Vou pedir encarecidamente que responda as perguntas feitas aqui por mim e as feitas pelo senhor Claudio, pois, me parece que só falou para mais uma vez, como uma pessoa narcisista engrandecer seu ego... Se não quer falar, por que citar? Então deve ter pensado que eu não conhecia handebol.


Como um “menino calça curta” com uma psicologia de ensino médio pode incomodar tanto? É mais uma pra você responder.


Um abraço Anônimo... O original “calça curta”. (kkkkkkk).

Cassilatti disse...

desculpa "Mister M".

Anônimo disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
Anônimo disse...

Kkkkkkkkkk... É não quero atrapalhar, concordo com esse corajoso que xinga e se "amostra" como eu (kkkkkkkk) (engraçado nosso nome é bem comum por aqui)... É por isso que estamos assim, por pessoas como você que primeiro não é amostrar e sim mostrar, pois, eu estou escondido e não em uma vitrine... Se for tão machão e quiser seguir em frente por que não assina ou se identifica? Para você esse é o máximo que vai ver de mim por aqui, pois nem escrever você sabe e deve ser mais um aluno dele, pois cobra uma coisa que não faz.
Quanto ao Márcio, você diz que é infantilidade, ofensa, atitude hostil e agressão, de minha parte, parece não ter lido o que o profº Guerra escreveu no texto original, quem começou com tudo isso foi o próprio, por isso tomou essa direção o bate papo e deixei bem claro que a organização tem muito que melhorar, mas antes de jogar no ventilador veja sua equipe isso foi o questionado por mim.
Você cita também que a discussão é séria, mais uma vez acho que você não leu os comentários do citado no mesmo texto; e diz também que o ex presidente e a atual se sentem agredidos e tem que parar com isso (só rindo mesmo)... Diga-me, o que você está fazendo agora tomando as dores do profº citado? Você acha que ele se sentiu agredido?
É só uma critica você devia falar para ele tomar isso como referencia para possíveis mudanças não é. E não tentar se vangloria com inverdades para seu ego ficar nas alturas como narcisista que é. E parabéns por colocar a mão na massa, pois é isso que devemos fazer e não jogar acusações e ofensas no ventilador; essa é a minha indignação.



Um abraço Anônimo... O original “Calça curta”.

Guerra-Peixe disse...

Prezados Amigos,
Ao escrever o texto que gerou descontentamento em alguns e aceitação em outros, esperava que as pessoas viessem a público defender seu ponto de vista. O melhor exemplo disso foi o atleta Ivaber do Clube de Regatas Vasco da Gama. Discordou, defendeu sua forma de pensar e ponto final. Imaginei que mais pessoas fariam o mesmo. Muitos concordam comigo, mas infelizmente, os que discordam ficam calados e não querem conversar nem escrever. Não sei o motivo dessa postura. O que poderia ser tão ofensivo no que escrevi? Além de apontar problemas, procurei dar soluções. Onde está o problema. Será que a vaidade é tão grande que ninguém pode falar nada? Quero dizer para essas pessoas que da mesma forma que escrevo, sou leitor, sei ouvir ponderações e outros pontos de vista. Aqui o espaço estará sempre aberto para todos. Podemos discordar e fazer o Handebol de Areia crescer mais ainda. Ou não?
Em todos esses comentários, alguém resolveu escrever de forma anônima. Começou confuso se apresentando de uma forma e mudando a todo tempo. Fez ataques a mim e a pessoas do meu convívio. Vê-me como um problema em tudo e sem nenhuma qualificação para nada. Cria um nome fictício e me coloca abaixo de todos os técnicos do Rio de Janeiro. Nesse caso fiquei triste por ter o “Sergio” esquecido de inúmeros técnicos melhores do que eu. Lembrou apenas de 13. Eu seria capaz de enumerar mais uns 50, sem contar os falecidos. Outro lapso foi citar o Hulk e esquecer o verdadeiro descobridor/iniciador desse atleta e de tantos outros: professor Amaro. Mais uma vez vou afirmar: nunca tive a pretensão de ser unanimidade em nada, ser melhor que ninguém, ser melhor técnico de nada, melhor dirigente de equipe nenhuma. Sempre entrei em competições. Várias vezes fui último, penúltimo... e primeiro. Nunca achei que por ter esses resultados fosse melhor ou pior que A ou B. Para surpresa de muitos afirmo que o dinheiro que ganhei no handebol não foi nem 1% do que gastei em toda a minha vida com o próprio handebol/handebol de areia. Tenho certeza que nenhum outro técnico do RJ esteja em situação muito diferente. O que consegui profissionalmente foi com estudo, concurso e trabalho.
Voltando ao anonimato. Gostaria de salientar que o anonimato só é possível por entender que em alguns casos, por um desequilíbrio de forças, pode ser importante alguém não se identificar. Como o blog tem um número de participantes modesto comparado aos grandes blogs, com exceção de uma vez, nunca tivemos problemas. Porém, infelizmente nesse momento a situação está caminhando para uma direção que não me agrada. Estamos entrando numa área de agressão entre participantes. Enquanto era comigo, por curiosidade quase acadêmica, alimentei e até me diverti com que foi escrito a meu respeito. Mas está na hora de intervir. Quem quiser escrever sobre o assunto, concordando ou discordando, será bem vindo. Quem estiver preocupado apenas em agredir, deve procurar outro espaço para se desenvolver.
Um forte abraço para todos!

Daniel disse...

Temos que deixar de lado a preocupação de quem estamos atacando e começar a trabalhar. Nesse sentido, tenho uma ou outra sugestão, mesmo tendo sido iniciado recentemente nesse esporte.
1 - Por que não pedir uma reunião para a Federação? Se ela não está indo até os clubes ou se comunicando com ele, devemos ir até ela, para modificá-la e melhorá-la. Afinal, a federação, no meu entendimento, deve ser composta pelos clubes que à ela são filiados, pelos interessados na modalidade e por aqueles que se fazem necessários para que as modalidades evoluam (árbitros, dirigentes, formadores de atletas, atletas, pessoal de apoio ás competições [pessoas que no momento não existem, a meu ver] entre outros). Sem estes a Federação NÃO EXISTE, não tem função alguma, principalmente no que tange aos clubes, ou equipes praticantes do handebol ou do handebol de areia.
2 - Se existe essa discussão no handebol de areia, vamos levar também para o handebol de quadra. Vamos abrir um espaço para debater as questões que tornam o nosso esporte tão atrasado em relação à outras regiões do Brasil. Vamos também levar as sugestões e críticas à Federação, juntamente com possíveis maneiras de resolver os impecilhos ao desenvolvimento do nosso esporte.
Finalmente, numa opinião puramente pessoal sou contra postagens anônimas, pois se por um lado permitem um "equilíbrio" de forças, por outro dão maior permissividade ao tipo de comentário feito nesse espaço. A partir do momento que se coloca uma identificação no comentário e este descamba para críticas outras que não as pertinentes á discussão, cabe ao leitor julgar a credibilidade do autor daquela colocação com seus próprios valores e conceitos.
Abraços a todos e vamos continuar numa discussão humana e civilzada.

Gil Pires disse...

Gostaria muito de saber se realmente esse "Anonimo" está satisfeito com o que o handbeach do Rio tem como organizaçao? se esta tudo dentro da perfeiçao quando se fala sobre organizaçao do campeonato carioca de handebol de areia? se da forma que está nao deveria ser mudado nada? se pelo fato de estar ruim nao deve-se melhorar, tanto na organizaçao, como na forma que a arbitragem, generalizando, encontra-se fisicamente? definitivamente a competencia do arbitro nao se dá pela sua forma atletica, mas convenhamos que nao é o ideal, que um arbitro nao deveria apitar tantos jogos num só dia, e somando a quantidade de veses com a capacidade aerobia de alguns arbitros, fica impossivel dos mesmos apitarem com excelencia!
(veja no caso do futebol, que arbitros sao postos na "geladeira" por nao estarem em forma, e nao tou falando de obesos, e sim de estar fora de forma apenas)? Acha mesmo isso certo?
acha que realmente é certo, na questao do vasco ter usado do cantato (nao estava presente, mas foi o que fiquei sabendo), algo que realmente nao deve ser feito no handebol de areia, e a arbitragem ter deixado isso acontecer?

na verddade so queria saber se realmente acha isso tudo tao certo, a ponto de defender com unhas e dentes toda essa causa!?¿

sao pequenas coisas que se forem mudados aos poucos, um dia chegaremos num nivel onde todos, eu disse todos, estarao satisfeitos....
Forte abraço à todos!!!

Ariovaldo disse...

Pessoal,
Vamos tentar descobrir quem é o Anônimo que está escrevendo aqui?
Arbitro eu acho que não é.
Como ficou ofendido com o termo "fora de forma" e conseguindo escrever uma enormidade de besteiras de um modo tão destemperado.
Eu tenho quase certeza que esse Anônimo é...
O Luciano, "treinador-jogador" rechonchudo do Vasco.
Dêem suas opiniões

Mario disse...

Boa Ari! Concordo contigo. Levando-se em consideração os comentários, vemos que o Anônimo está fora de forma, pelas defesas a forma de jogo e citações, que tem no mínimo afeição pelo Vasco. Juntando essas pistas com a quantidade de asneiras escritas com ironia adolescente, concluímos que o anônimo é: Luciano do Vasco (o gordinho falastrão)

Guerra-Peixe disse...

Prezados Amigos,
Ao escrever o texto que gerou certa discussão esperava que as abordagens fossem a cerca da organização do Handebol de Areia do Rio de Janeiro. Começamos bem com pequenos embates. Depois, de forma anônima, o assunto virou para minha atuação profissional, minha (in) capacidade como técnico, meus (des) vínculos de amizades e a tentativa de desqualificar críticas a instituição que tem obrigação de gerir a modalidade no Estado do Rio de Janeiro. Infelizmente descambamos para pequenas agressões e assuntos que nada tinham a ver com tema central. Resolvi dar um basta e nada foi escrito depois.
Agora o assunto volta em torno da descoberta do “anônimo”. Saber se foi o Luciano, que particularmente discordo veementemente, ou qualquer outra pessoa do ambiente do Handebol, não me interessa de forma nenhuma. Respeito essa pessoa e todas as suas opiniões, por mais distante que ela possa estar dos assuntos e conhecimentos relativos ao Handebol de Areia. A prova disso foi que não retirei nenhum de seus comentários. Porém, quero reafirmar meu desejo de aceitar apenas comentários que tenham como ponto central a melhoria do desporto e de sua organização. Gostaria de saber o que pensa a Federação do Rio de Janeiro. Também gostaria de ter minhas perguntas respondidas. Quem dirige o Handebol de Areia? Quem devemos procurar para resolver problemas relativos à modalidade? Como ficarão as próximas etapas do carioca? E por aí a fora...
Um forte abraço!

Anônimo disse...

Não ia falar ...mas...não consigo.. sentiu minha falta? Sou eu o cara que fez o seu blog bombar... não precisa agradecer...rsrsrs O senhor volta a falar em respostas mas esqueceu de responder minhas perguntas, o que tem haver estereótipo com conhecimento? Engraçado apenas eu e o senhor Cláudio Sérgio( que mesmo com sua insinuação não sou eu ) somos contra seu ponto de vista, que fique claro algumas coisas concordo, realmente a organização precisa melhorar, mas então ,coincidentemente os demais comentário são de atletas que desfrutam da bolsa-atleta ,dependendo assim de sua convocação ,por que será que ninguém discorda do senhor? O Gil, nem estava lá e quer acompanhar suas declarações... mas é coincidência! E continuo curioso quais as três olimpíadas o senhor foi? Falar dos outros é fácil, não é? Já montou sua comissão técnica? Para arrumar o mundo deve-se começar com sua própria casa. E seus gloriosos feitos, qual atleta formado por você? Quais benefícios trouxe mesmo ao esporte? Enfim ,quero agradecer seu apreço por mim e respeito as minhas idéias,uma coisa você acertou realmente não sou o Luciano, ri muito com todos esse detetives tentando saber que sou, realmente movimentei seu blog. . Vou responder as suas perguntas, todos seus anseios devem ser direcionados a FEDERAÇÂO, eles sim são responsáveis pelo esporte,. Quer idéias para melhorias ? Arrume seu time, pare de chorar nas derrotas e aprenda com elas, use sua posição de treinador da seleção de handebol de areia faça uma carta com todas as reclamações e encaminhe a federação, ou tome coragem e crie uma liga independente, como fez o handebol de quadra. Vamos ver até onde vai sua consideração as opiniões do ANONIMO ...o verdadeiro “ calça curta”.
Um abraço e desculpe a demora...rsrs

Thiago Moraes disse...

Bom, este Anônimo questiona o Profº Guerra sobre o que ele, o Guerra, fez pelo handebol, quem ele formou e etc.. mas também fala para olhar para o próprio umbigo... não estaria o Anônimo esquecendo de olhar o seu próprio umbigo e fazer-se tais perguntas?

Só aqui vários atletas formados pelo Guerra no Colégio Militar postaram seus cometários, inclusive atletas da equipe do CRVG, como o próprio Ivalber.

O inconformismo faz a gente evoluir, críticas por mais duras que sejam têm seu lado bom, pois nos faz perceber que a coisa não está boa e, se mesmo estando boa ainda recebe-se críticas, é porque pode melhorar.

Reclamar aos ventos é fácil, botar a cara a tapa como o Profº Guerra faz neste blog e oferecer soluções que é difícil. Digo isso, pois por inúmeras vezes já me disponibilizei para ajudar na Federação, tanto na gestão anterior como na atual.

Não sou ninguém, mas tenho disposição para ajudar. Se a geração antiga cansou porque nada vai mudar, então deixe a nova geração (como disse o Marcinho) correr atrás e gastar o fôlego que ainda tem de sobra.

Boas idéias para a Federação todo clube deve ter, mas deve partir dos clubes o interesse de mudar, de fazer valer essas boas idéias e meter a mão na massa. E não esperar que a Federação faça isso por nós. É nosso esporte tanto quanto da FHERJ, seja ele de quadra ou praia.

Uma de minhas primeiras atitudes quando deixei de ser dirigente do Niterói Rugby neste ano foi justamente procurar o Rômulo e a Luiza me disponibilizando em ajudar no que for preciso. Até agora, pelo visto, não estão precisando de ajuda, mas nem por isso estou esperando eles me pedirem tal ajuda. Pertubo o Romulo a todo momento com críticas (as vezes até me excedo/precipito) e possíveis soluções.

Temos muito o que discutir, mas acima de tudo toda essa discussão tem que ter o mesmo fim: melhoria do NOSSO esporte no NOSSO Estado.

Grande Abraço para todos.

Profº Thiago Moraes
(Thiaguinho)

Anônimo disse...

É professor Guerra tomei mesmo conta do seu blog, agora eles escrevem para mim... rsrsrsrs....Vamos lá “garotinho”, ou melhor PROFº THIAGO MORAES, vou por parte para não confundir você...Não é minha profissão formar atletas, pois no que faço estou bem e se tenho problemas vou a diretoria e não fico fazendo fofoquinhas ou jogando ao vento para que outros resolvam, em sumo vou a quem pode fazer alguma coisa. Você também cita que só aqui há vários “atletas” formados por seu “cliente” (está parecendo advogado) e cita um que não é atleta, pois, você deveria saber melhor do que eu que um atleta treina diariamente e não esporadicamente como o citado.
Não, essa parte foi à melhor de todas... Rsrsrsrs... Como você me fez rir... Quer que a federação aceite ajuda de um “professor” que se julga não ser ninguém mas, que tem disposição...Então vamos colocar atletas do atletismo para ajudar, pois disposição eles tem de sobra...De pessoas assim que menosprezam a própria profissão não precisamos no handebol não.Precisamos sim é de COMPETÊNCIA, de disposição o presídio está cheio.
E para finalizar, você e o tal de Marcinho citam a nova geração e tal...É por causa dessa nova geração que você cita, que o handebol está assim, pois falam muito e não fazem nada. Começando por concordar com tudo que foi dito por seu “cliente” no texto original acho que não leu e por isso faz esses comentários... Mas me diverti e por isso o respondi... Valorize sua profissão.


Mas uma do Anônimo....O verdadeiro “calça curta”.

Leonardo Castro disse...

Bom até agora ainda não me manifestei. Acho que muito do que está sendo dito aqui não está levando ninguém a nada.
O foco principal disso tudo é a incapacidade da FHERJ em organizar e administrar o Circuito Estadual de Handebol de Areia.
Com isso sugiro que as equipes que realmente querem fazer com que o esporte cresça, desista dessa federação incompetente e crie uma liga da modalidade. É muito fácil todos virem aqui falar que fulano ou siclano estão errados. Vamos fazer o que já tínhamos de ter feito ha muito tempo.
Além disso peço que desistemos do quadro de arbitragem dessa mesma federação, também por falta de competência do mesmo, não vamos culpar ninguém, vamos resolver o que achamos que está errado.
Não quero mais falar no que a federação ou o quadro de arbitragem erram e sim arrumar uma solução que não seja mais estar vinculado a pessoas sem capacidades e mentirosas.
Levanto aqui essa bandeira e garanto a voces que qualquer dúvida que tenham em relação a essa liga podem ser resolvidos com muito mais facilidade do que depender dessa tal de FHERJ.
Grande abraço a todos,

Leonardo Castro.

obs.: Quem vem aqui e tem coragem de falar, tem que ter coragem de se mostrar também.

Alexey disse...

Já vinha pensando isso, e depois que li os comentários do Ariovaldo e do Mario, tive que concordar com eles...
Luciano, assume logo que é você o Anonimo!!!!!
Cada vez que escreve, fica mais evidente que é você.